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	<title>Galeria de Arte André &#187; V</title>
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		<title>Vicente Rego Monteiro</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 18:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Andre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vicente do Rego Monteiro (Recife PE 1899 &#8211; idem 1970). Pintor, escultor, desenhista, ilustrador, artista gráfico. Inicia estudos artísticos em 1908, acompanhando sua irmã Fedora do Rego Monteiro (1889 &#8211; 1975) em cursos da Escola Nacional de Belas Artes &#8211; Enba, no Rio de Janeiro. Em 1911, viaja com a família para França, onde freqüenta as [...]]]></description>
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<p>Vicente do Rego Monteiro (Recife PE 1899 &#8211; idem 1970). Pintor, escultor, desenhista, ilustrador, artista gráfico. Inicia estudos artísticos em 1908, acompanhando sua irmã <a href="javascript:void(0);">Fedora do Rego Monteiro (1889 &#8211; 1975)</a> em cursos da Escola Nacional de Belas Artes &#8211; Enba, no Rio de Janeiro. Em 1911, viaja com a família para França, onde freqüenta as Academias Colarossi, Julian e de La Grande Chaumière. Participa do Salon des Indépendants, em 1913, do qual se torna membro societário. Em Paris, mantém contato com Amedeo Modigliani (1884 &#8211; 1920), Fernand Léger (1881 &#8211; 1955), Georges Braque (1882 &#8211; 1963), Joán Miró (1893 &#8211; 1983), Albert Gleizes (1881 - 1953), Jean Metzinger (1883 &#8211; 1956) e Louis Marcoussis (1883 &#8211; 1941). No início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), deixa a França, com sua família, e se estabelece no Rio de Janeiro, em 1915. Em 1918, realiza a primeira individual, no Teatro Santa Isabel, no Recife, e dois anos mais tarde expõe pela primeira vez em São Paulo, onde entra em contato com  <a href="javascript:void(0);">Di Cavalcanti (1897 &#8211; 1976)</a>, <a href="javascript:void(0);">Anita Malfatti (1889 &#8211; 1964)</a>, <a href="javascript:void(0);">Pedro Alexandrino (1856 &#8211; 1942)</a> e <a href="javascript:void(0);">Victor Brecheret (1894 &#8211; 1955)</a>. Em 1920, estuda a arte marajoara das coleções do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista. Movido por uma grande paixão pela dança, realiza em 1921 o espetáculo <em>Lendas, Crenças e Talismãs dos Índios do Amazonas</em>, no Teatro Trianon, Rio de Janeiro, elogiado pelo poeta e crítico Ronald de Carvalho (1893 &#8211; 1935). Viaja para França, deixando oito óleos e aquarelas para serem expostos na <a href="javascript:void(0);">Semana de Arte Moderna</a> de 1922, em São Paulo. Em 1923, faz desenhos de máscaras e figurinos para o balé <em>Legendes Indiennes de L&#8217;Amazonie</em>. Integra-se ao grupo de artistas da galeria e revista <em>L´Effort Moderne</em>, de Leonce Rosemberg. Traz ao Brasil a exposição <em>A Escola de Paris</em>, exibida no Recife, São Paulo e Rio de Janeiro. Decora a Capela do Brasil no Pavilhão Vaticano da Exposição Internacional de Paris, em 1937. Em 1946, funda a Editora La Presse à Bras, dedicada à publicação de poesias brasileiras e francesas. A partir 1941, publica seus primeiros versos, <em>Poemas de Bolso</em>, organiza e promove vários salões e congressos de poesia no Brasil e na França. Retorna ao Brasil, e dá aulas de pintura na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE, em 1957 e 1966. Em 1960, recebe o Prêmio Guillaume Apollinaire pelos sonetos reunidos no livro <em>Broussais &#8211; La Charité. Entre 1966 e 1968, dá aulas no Instituto Central de Artes da Universidade de Brasília &#8211; UnB.</em></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Fonte Itaú Cultural<strong><em></em></strong></p>
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		<title>Vito Campanella</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 16:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Andre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vito CampanellaNasceu em Monopoli, Itália, em 1932. Vive e trabalha na Argentina.Estudou na Escuela de Artes y Ofícios, onde aprendeu modelar e entalhar madeira. Alternou seus estudos com passeios pelo campo, onde pintou cenas de natureza. Mudou-se para Florença onde passa a freqüentar o movimento artístico da cidade. Através do escultor Rossi conhece o mestre [...]]]></description>
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<p>Vito Campanella<br />Nasceu em Monopoli, Itália, em 1932. Vive e trabalha na Argentina.<br />Estudou na Escuela de Artes y Ofícios, onde aprendeu modelar e entalhar madeira. Alternou seus estudos com passeios pelo campo, onde pintou cenas de natureza. Mudou-se para Florença onde passa a freqüentar o movimento artístico da cidade. Através do escultor Rossi conhece o mestre Giorgio De Chirico. Freqüenta os cursos de Anatomia da Academia de Bellas-Artes de Brera, em Milão. Em 1954 conhece Salvador Dali, em Roma. Em 1955 transfere-se para Buenos Aires e a partir de 1956, incorpora-se ao movimento artístico argentino e latino-americano. Em 1976 recebeu Menção especial no Salão Euro-Americano em Caracas e Placa de Honra ao Mérito em Buenos Aires. Em 1979 obteve a Medalha de Prata no Concurso Internacional de Pintura UNICEF, Turim, Itália e em 1999 ganhou o Prêmio Lorenzo, il Magnífico, na Bienal de Arte Contemporânea de Florença e Segundo Prêmio Aquisição na Mostra Anual de Jovens Pintores de Bari.</p>
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		<title>Vitório Gheno</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 21:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Andre</dc:creator>
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<p><a href="http://www.galeriandre.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/06/Ghen_14610-150x150.jpg" rel="shadowbox[post-3867];player=img;"></a></p>
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		<title>Volpi</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 17:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Galeria Andre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[V]]></category>

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		<description><![CDATA[Alfredo Volpi (Lucca Itália 1896 &#8211; São Paulo SP 1988). Pintor. Muda-se com os pais para São Paulo em 1897 e, ainda criança, estuda na Escola Profissional Masculina do Brás. Mais tarde trabalha como marceneiro, entalhador e encadernador. Em 1911, torna-se pintor decorador e começa a pintar sobre madeiras e telas. Na década de 1930 [...]]]></description>
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<p>Alfredo Volpi (Lucca Itália 1896 &#8211; São Paulo SP 1988). Pintor. Muda-se com os pais para São Paulo em 1897 e, ainda criança, estuda na <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=instituicoes_texto&amp;cd_verbete=5397&amp;cd_idioma=28555">Escola Profissional Masculina do Brás</a>. Mais tarde trabalha como marceneiro, entalhador e encadernador. Em 1911, torna-se pintor decorador e começa a pintar sobre madeiras e telas. Na década de 1930 passa a fazer parte do <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=marcos_texto&amp;cd_verbete=338&amp;cd_idioma=28555">Grupo Santa Helena</a> com vários artistas, como <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_verbete=2741&amp; cd_item=1&amp;cd_idioma=28555">Mário Zanini</a> e <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_verbete=903&amp;cd_idioma=28555">Francisco Rebolo</a>, entre outros. Em 1936, participa da formação do <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=instituicoes_texto&amp;cd_verbete=3964&amp;cd_idioma=28555">Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo </a>e integra, em 1937, a <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=marcos_texto&amp;cd_verbete=3761&amp;cd_idioma=28555">Família Artística Paulista &#8211; FAP</a>. Sua produção inicial é figurativa, destacando-se marinhas executadas em Itanhaém, São Paulo. No fim dos anos de 1930, mantém contato com o pintor <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_verbete=1646&amp; cd_item=1&amp;cd_idioma=28555">Emídio de Souza</a>. Em 1940, ganha o concurso promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional &#8211; IPHAN, com trabalhos realizados com base nos monumentos das cidades de São Miguel e Embu e encanta-se com a arte colonial, voltando-se para temas populares e religiosos. Realiza trabalhos para a <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=termos_texto&amp;cd_verbete=334&amp;cd_idioma=28555">Osirarte</a>, empresa de azulejaria criada em 1940, por <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_verbete=894&amp; cd_item=1&amp;cd_idioma=28555">Rossi Osir</a>. Sua primeira exposição individual ocorre em São Paulo, na Galeria Itá, em 1944. Em 1950, viaja para a Europa acompanhado de Rossi Osir e Mario Zanini, quando impressiona-se com obras pré-renascentistas. Passa a executar, a partir da década de 1950, composições que gradativamente caminham para a abstração. É convidado a participar, em 1956 e 1957, das <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=marcos_texto&amp;cd_verbete=3760&amp;cd_idioma=28555">Exposições Nacionais de Arte Concreta</a> e mantém contato com artistas e poetas do grupo concreto. Recebe, em 1953, o prêmio de Melhor Pintor Nacional da <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=marcos_texto&amp;cd_verbete=335&amp;cd_idioma=28555">Bienal Internacional de São Paulo</a>, dividido com <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_verbete=671&amp; cd_item=1&amp;cd_idioma=28555">Di Cavalcanti</a>; em 1958, o Prêmio Guggenheim; em 1962 e 1966, o de melhor pintor brasileiro pela crítica de arte do Rio de Janeiro, entre outros. </p>
<p>Fonte:Itaú Cultural</p>
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